Recreio dos Bandeirantes #10yearchallenge

#10yearchallenge

A Family também entrou na brincadeira do #10yearchallenge. Vamos falar um pouco do desenvolvimento do Recreio dos Bandeirantes, que nos últimos anos deu um salto de urbanização elevando o dos apartamentos da região de uma maneira considerável. Sabendo que o Recreio é ainda uma região em constante crescimento.

Nesta imagem podemos verificar já sinais de crescimento, como em 10 anos atrás ainda tinha muita coisa para ser desenvolvida no bairro. Terrenos livres e casas que futuramente iriam ser vendidas para dar lugar a prédios modernos, trazendo mais famílias e aumentando o poder econômico da região.

Com a  crescente taxa de desenvolvimento da população do Rio de Janeiro, constatou-se uma um nível de imigração para a zona Oeste de Rio. Com esse crescimento houve maior necessidade de escolas, comércios, shoppings, restaurantes e entre outras coisas  que fazem  a economia girar, gerando  empregos e aumentando a capacidade econômica da Região.

 

Recreio dos Bandeirantes antes e depois.

Com a evolução do mercado imobiliário ocorreram aproximadamente 100.000 mil novos habitantes em um bairro que não tinha nada. Recreio hoje tem por volta de 45.000 domicílios.

Vamos entender um pouco da história do bairro:

História

Sua vegetação nativa é composta de restingas, de muito areal e pântano, e também por isso esta região permaneceu isolada durante muito tempo.

Já no século XX houve a aquisição das terras por Joseph Weslley Finch, da denominada Gleba B, e pelo Banco de Crédito Móvel, da área da Gleba A.

A formação do Recreio se daria a 11 de fevereiro de 1953 com o lançamento do Projeto de Urbanização do Recreio dos Bandeirantes (PA 6028), de autoria do engenheiro e urbanista José Otacílio Saboya Ribeiro, num projeto urbano que prevê a integração ambiental e comunitária, inspirado nos ideais anglo-americanos da Cidade Jardim, conciliando a topografia local a um traçado reticular segmentado com diversas praças e parques de floresta nativa.

Entre os anos de 1958-59 a Companhia Recreio dos Bandeirantes foi responsável pela implementação do projeto e venda dos lotes recém-desmembrados que compunham a chamada Gleba B. O senador potiguar Georgino Avelino, então presidente do Banco do Distrito Federal, esteve entre os que acreditavam na expansão da cidade em direção ao Sudoeste, pressionando pela urbanização da área e sua venda aberta à sociedade, contratando o então jovem corretor de imóveis Sergio Castro, que promoveu a venda em lançamento da Gleba B, desde um barracão localizado junto à Pedra do Pontal, que posteriormente, ao fim do lançamento, foi vendido por Sergio Castro a um famoso restaurante.

Historicamente, todos os bairros da região da Barra da Tijuca desde sua ocupação inicial sofreram com a falta de atuação do poder público, que sempre privilegiou áreas mais densamente povoadas da cidade e integradas ao seu centro. Com isso, tanto o Recreio quanto a Barra não tiveram implementadas várias obras públicas fundamentais ao seu desenvolvimento apropriado. A Barra da Tijuca, porém, conseguiu remediar tal questão por ser um bairro construído majoritariamente pela iniciativa privada, empresas de construção e incorporação que abriram e pavimentaram vias para a implementação dos seus famosos condomínios de ruas fechadas. Já o Recreio, pela sua própria estrutura urbana (formado majoritariamente por ruas de acesso livre nas quais a iniciativa privada não tem poder) é dependente da atuação do governo local.

O abastecimento de água só foi implementado de forma abrangente na década de 1990 no governo de Marcello Alencar. O fornecimento de energia tinha uma infra-estrutura precária, e eram frequentes as quedas de energia, que causavam enormes prejuízos materiais aos moradores; a região só tinha uma subestação de energia, e só na década de 2000 foram implantadas outras subestações, diminuindo consideravelmente o problema. O problema da pavimentação das ruas, por sua vez, constituiu um grande entrave ao desenvolvimento do bairro nos anos 1990, e somente na década seguinte foi erradicado. Em relação à falta de saneamento, a região recentemente investimentos da prefeitura, sendo inaugurada uma estação elevatória da Cedae em 2009, todavia o despejo de esgoto nos canais e lagoas da região continua até os dias atuais sem a atuação mais efetiva do poder público.

Fonte: Wikipedia

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