Saiba as diferenças entre fiador, seguro-fiança, garantia de aluguel e título de capitalização

Saiba as diferenças entre fiador, seguro-fiança, garantia de aluguel e título de capitalização.

Na hora de alugar um imóvel tipo apartamento, casa ou imóvel comercial, são necessárias algumas medidas para a garantia de pagamento dos custos da locação. Uma opção bastante comum é a indicação de fiador para a garantia. Por ser uma possibilidade segura e segundo porque não gera custos adicionais ao proprietário e ao inquilino.

Muitas vezes não é possível utilizar este modelo como forma de garantia, já que algumas regras precisarão ser cumpridas. Como opções, existem ainda o seguro-fiança e a garantia de aluguel e título de capitalização. Conheça a diferença entre as possibilidades.

Seguro-fiança

Muitas vezes os interessados não não possuem condições de conseguir um fiador, uma outra opção é fazer o seguro-fiança, oferecido por seguradoras. O inquilino vai precisar pagar um valor mensal junto a seguradora para garantir que as despesas serão cobertas em caso de não pagamento do aluguel e demais taxas que por razão do contrato de locação possam existir no decorrer do período, como condomínio, IPTU e taxa de incêndio.

Para o proprietário do imóvel, esta opção é bastante relevante porque, em caso de inadimplência, o seguro começa a pagar o aluguel imediatamente, enquanto que com fiador o pagamento só é realizado após o processo judicial. Para receber, o proprietário precisará notificar a falta de pagamento para ser ressarcido gerando a necessidade de outros custos com a justiça.
Este recurso não é tão utilizado, pois gera custos ao locatário. O morador do imóvel vai pagar uma taxa, que pode chegar ao valor de um aluguel ou até mesmo um aluguel e meio por ano. E esse valor não será devolvido no final do contrato, como acontece com a garantia de aluguel.

Fiador

Não é muito simples de fazer o contrato, se a opção for por um fiador, são exigidos alguns documentos para comprovar a possibilidade de a pessoa se tornar fiadora. O fiador deve possuir um imóvel próprio em seu nome e na mesma cidade onde o imóvel será alugado. Também é exigida a comprovação da renda. É um processo de natureza lenta, pois demanda a análise de toda a documentação em todas as esferas.
No caso de inadimplência, o proprietário pode demorar para conseguir acertar as contas porque ele vai precisar entrar com uma ação judicial para cobrar o valor devido do fiador. Porém, esta se torna uma possibilidade praticamente inviável para quem está se mudando para uma cidade nova e não tem parentes e nem um círculo de amizade fortalecido que possa assumir esse risco.
“A fiança depende de um terceiro, pessoa natural ou jurídica, que pague se o inquilino deixar de fazer. Mas está cada vez mais difícil encontrar encontrar quem se disponha a isso”, explicou Jaques Bushatsky, diretor de Legislação do Inquilinato do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP).

Garantia de aluguel

Uma outra possibilidade é a garantia de aluguel. Neste caso, o inquilino vai precisar fazer um pagamento adiantado no ato do contrato de locação do imóvel. O valor que será usado como garantia pode chegar ao equivalente a três meses de aluguel, valor regulamentado por lei, mas é preciso estar no contrato. Esta possibilidade é vantajosa para o inquilino porque, ao término do contrato, ele pode reaver o valor, caso não exista nenhum dano no imóvel e não tenha necessidade de qualquer manutenção.
Titulo de capitalização

Modalidade nova no mercado imobiliário onde o proprietário realiza junto a uma seguradora a realização de um título de que fica obtendo rendimentos pelo período do contrato.
Ao final o inquilino pode resgatar esse título.

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Fonte: Zap Imóveis e Secovi-SP

 

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