Entenda de que forma a “onda” Bolsonaro atinge o mercado imobiliário em 2019

Olhando para trás podemos ver o tamanho do buraco que estamos saindo. A corrupção que reinava no centro do poder de nossa nação, acarretando problemas generalizados em todas as áreas, vem dominando nosso país a décadas. Bolsonaro surge como um titulo de “Salvador da Pátria”, com seu discurso forte, coloca suas posições de conservador em um país gigante com atitude de país pequeno.

O assunto que queremos tratar é a situação do mercado imobiliário do nosso país, pois no período de especulação ganhou maior notoriedade atingindo altos níveis nos períodos de copa do mundo e olimpíadas. Foram dias de ouro do mercado. Empreendimentos eram vendidos integralmente da noite para o dia. Era comum no Rio de Janeiro lançar e vender todas as unidades no mesmo dia. Infelizmente este tempo ficou para trás e o legado que temos é um alto quantitativo de unidades em estoque.

O anúncio de dias melhores dá um novo fôlego ao mercado, lideranças da área já podem olhar com bons olhos o futuro próximo com muito otimismo, uma vez que não precisamos resgatar o passado, e sim a credibilidade de um país grande novamente.

O mercado imobiliário, principalmente no Rio, também passou por problemas. Os potencias compradores não querem arriscar uma possível compra diante das incertezas que pairavam sob o mercado e o cenário político do país. A falta de segurança dos investidores, e a incerteza aumenta o estoque da construtora.
Com a realidade de preço baixo e taxa de juros baixando periodicamente trilhamos uma retomada. Estamos no caminho certo.

Bolsonaro vem para consolidar toda expectativa de uma boa parte da nação que anseia prosperar e ter seus direitos garantidos.

Sabemos que a oportunidade do preço e juros baixos cria um cenário que pode durar pouco tempo. Gerando oportunidades únicas imperdíveis. Quem comprar agora pode sorrir lá na frente, a medida que novos Lançamentos forem acontecendo o preço do imóvel é jogado para cima, valorizando os antigos compradores. Essa é a métrica do mercado.

As projeções para 2019 são ainda melhores, animadoras! Pois o mercado tem uma gordura para queimar antes de aumentar os preços.

O alto estoque que ainda existe juntando com os lançamentos que estavam esperando passar essa onda, voltam a tona. Muitas opções fazem com que o valor do m2 não suba imediatamente, dando um escoamento para que o pratiquemos ainda neste momento de crise. A diferença é que agora temos a plena certeza que batemos no fundo do poço e que o único caminho agora é subir.

Nesse final de ano ja acontecem investimentos entrando no país, gerando uma reação imediata em todos os setores da economia.
Após a turbulenta crise que enfrentamos nos anos anteriores o mercado imobiliário continua de pé.

Agora para concluir a minha opinião, o mercado imobiliário mediante a todos esses acontecimentos se tornou o famoso “Antifrágil”.

  • O conceito Antifragil

Essa ideia de “Antifrágil” foi criada pelo professor da Universidade de Nova York que previu o colapso financeiro de 2008, Nassim Nicholas Taleb. Este renomado professor de riscos no Instituto Politécnico da Universidade de Nova York, é considerado um dos maiores especialistas no planeta em mercado financeiro, indústria repleta de incertezas e fragilidades. Antes da quebra do banco Lehman Brothers, em 2008, publicou livros prevendo o colapso.
Este conceito é baseado quando o Antifrágil melhora após passar por uma situação inesperada, e não sai prejudicada em nenhum ponto após passar por pressões adversas.
Em outras palavras quando passamos por uma guerra costumamos voltar fracos e precisando de um tempo para nos recuperar, ou até mesmo podemos dar a sorte de voltar intacto. Mas o Antifrágil após passar pela guerra, consegue voltar ainda mais forte. Quanto mais batem, mais forte fica.

Fazendo um comparativo com o mercado imobiliário, podemos ver grandes semelhanças. Passou por situações inesperadas e saiu muito mais forte do que antes.

O tijolo se tornou novamente a moeda forte.

 

Por Guilherme Fernandes.

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